Arquivo do mês: setembro 2010

Da Solidão.

“Ninguém ignora que a poesia é uma solidão espantosa, uma maldição de nascença, uma doença da alma.” (Jean Cocteau) Eu vivo uma solidão povoada! Dessas que milhões compartilham, todos os dias, nas grandes cidades. A solidão das multidões, das filas … Continuar lendo

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21.000 cargos de desconfiança

21.000 cargos de confiança. Ou pra ser mais exato, segundo o Ministério do Planejamento, o governo Lula tem exatos 21.358. Esse é o número de pessoas nos chamados DAS (cargos de Direção e Assessoramento Superior) da Administração Pública Federal. Comparados a outros … Continuar lendo

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Ceia de burro em noite de Natal (Osvaldo Molles)

Era um burro grande. Grande e sereno. Meio assim parecido comigo, atrelado a esta carroça de lixo que é a vida, recolhendo detritos, farrapos de sentimentalismo, de recordações, de recordações… E madrugador também, burro namorando estrelas lá no Paraíso. O … Continuar lendo

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As duas vacas em outros regimes políticos

Comunismo (idealizado): você tem duas vacas. Os seus vizinhos o ajudam a cuidar das vacas e todos compartilham o leite. Comunismo: você tem duas vacas. Você cuida das vacas, mas todo o leite fica com o governo. Socialismo: Você tem … Continuar lendo

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O Candidato

Do dia em que eu quase fui lançado candidato a Vereador de São João do Quentão. Continuar lendo

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Lamento do Oficial Por Seu Cavalo Morto

Nós merecemos a morte, porque somos humanos e a guerra é feita pelas nossas mãos, pela nossa cabeça embrulhada em séculos de sombra, por nosso sangue estranho e instável, pelas ordens que trazemos por dentro, e ficam sem explicação. Criamos … Continuar lendo

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Viagem de Bonde (Raquel de Queiroz)

Era o bonde Engenho de Dentro, ali na Praça Quinze. Vinha cheio, mas como diz, empurrando sempre encaixa. O que provou ser otimismo, porque talvez encaixasse metade ou um quarto de pessoa magra, e a alentada senhora que se guindou … Continuar lendo

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